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Como Englobar Adsense No Blogger


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RESUMO Golpe supostamente ingênuo que circula perante a maneira de e-mail, diversas vezes envolvendo supostos africanos abastados, surpreende na longevidade. Estudiosos dizem que, apesar da aparência primária, o "golpe da Nigéria" é herdeiro de um truque de 200 anos e que tua inverossimilhança serve pra filtrar vítimas. O golpe não é propriamente novo. No Brasil, tais como, neste momento existia a velha tradição da "venda do bilhete premiado". A armação é tão flagrante, e o golpe tão comum, que a maior parte dos destinatários das mensagens se questiona quem seria qualificado de despencar nele. Todavia, apesar das aparências, não é um tipo de estratagema ingênuo, nem sequer recente: ele seria da mesma linhagem de um embuste que tem sido desenvolvido há em torno de 200 anos. 19 e começo do 20 como "golpe do Prisioneiro Espanhol". O primeiro registro teria sido feito em 1834, por Eugène Vidocq, em suas "Lembranças".


O pesquisador diz ter "certeza" de que o Brasil assim como "foi alvo ou origem de cartas do Prisioneiro Espanhol". O golpe chegou a inspirar vários romances e filmes, como "The Spanish Prisoner", de David Mamet (o vídeo, de 1997, foi lançado no Brasil como "A Trapaça"). De acordo com Robert Whitaker, uma etapa-chave pra sofisticação do ardil foi a virada para o século 20 na Inglaterra.


O historiador diz que, segundo tuas pesquisas pela seção da Scotland Yard dos Arquivos Nacionais Britânicos, foram fundamentais a popularização da máquina de digitar e do "Who's Who", catálogo dos mais ricos ingleses. A modelo de outros estudiosos contemporâneos de mídia, como Tom Standage, autor de "Writing on the Wall: Social Media, The First 2.000 Years" (Bloomsbury, 2013), ele vê as redes sociais como anteriores e independentes da web.


O mesmo vale para os crimes que se aproveitam delas. Pelo menos é essa a teoria de Cormac Herley, pesquisador da Microsoft Research que vem se convertendo famoso por teses inusitadas, contra a corrente. A título de exemplo, três anos atrás ele defendeu que amparar senhas complexas e trocá-las periodicamente serve somente pra doar uma falsa impressão de segurança e desviar a atenção de perigos maiores. Herley é autor de um estudo intitulado "Por Que os Golpistas Nigerianos Dizem que São da Nigéria?", ou seja: por que deixam tão claro que se trata de um golpe?


Para responder à pergunta -e para encontrar uma maneira produtivo de enfrentar um ardil tão difundido- ele procurou aproximar-se o tema desde o ponto de vista dos próprios criminosos, e não do das vítimas. O estratagema filtra os menos crédulos neste instante neste primeiro contato, pra impossibilitar que sejam diversos os candidatos da segunda fase, de convencimento individual.


  • Episódio 346

  • 23 comentários pra “Saiba como fazer as pessoas saírem da piscina em alguns segundos”

  • 4# Faça o Exercício da Ponte

  • Use técnicas para impedir o recarregamento completo das páginas do website, como o exercício de AJAX

  • Posicionar os banners publicitários em locais mais rentáveis no website

  • 16/dez | 14h36 Apple mostra iPad Air 2, iPad Mini 3 e atualiza linha Macintosh

  • Episódio nove



  • Uma maneira de restringir o alcance do "golpe da Nigéria" seria, então, elevar o número de pessoas que respondem ao primeiro contato, encarecendo o esquema e desestimulando os golpistas. Isto agora existe, em blogs como 419 Eater, que instrui voluntários a achar e aceitar golpes. Contudo o consequência é restrito, segundo Herley, em razão de "é manual, não automático, e feito por lazer, sem objetivar a lucratividade do esquema".


    Para o pesquisador da Microsoft, "meditar como um golpista é uma jeito acertadamente valorizada" entre os protetores de sistemas on-line, pelo motivo de ajuda a "exibir vulnerabilidades e suposições pobres". Daí ele proteger que "sonhar como um golpista não termina no momento em que se encontra um buraco, mas necessita continuar" até descobrir como dá certo o golpe "como negócio".


    No Brasil, Carlos Miguel Sobral diz que fraudes desse gênero estão em queda, depois de terem atingido "um pico em anos anteriores". Ele respectivo passou pra área de projetos estratégicos de inteligência da PF. NELSON DE SÁ, 53, é repórter da Folha. Assina a coluna "Toda Mídia" e o blog "Cacilda" no web site do jornal.

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